Responsabilidade Civil de Administradores: Quando o Patrimônio Pessoal Está em Risco
Nem sempre a estrutura societária é suficiente para blindar quem administra o negócio.
A ideia de que a pessoa jurídica sempre protege o patrimônio pessoal de quem administra a empresa é apenas parcialmente verdadeira. Em determinadas situações, a lei permite que sócios-administradores respondam pessoalmente por atos praticados na gestão do negócio.
Quando a responsabilidade pessoal aparece
Administradores podem responder com bens próprios quando agem com excesso de poderes, violação da lei ou do contrato social, ou em casos de fraude comprovada. A simples má gestão do negócio, por si só, normalmente não gera responsabilidade pessoal, mas atos dolosos ou fraudulentos mudam completamente esse cenário.
Precisa de ajuda com este assunto?
Fale diretamente comigo pelo WhatsApp para uma análise inicial do seu caso.
Falar com Advogado EspecialistaSituações de maior risco
- Assinatura de contratos fora dos limites definidos no contrato social
- Confusão entre patrimônio pessoal e patrimônio da empresa
- Descumprimento de obrigações trabalhistas e tributárias de forma reiterada
- Continuidade de atividade em estado de insolvência sem as cautelas legais
Como reduzir a exposição
Governança bem estruturada, atas de reunião que documentam decisões relevantes e separação rigorosa entre finanças pessoais e empresariais são medidas que reduzem significativamente o risco de responsabilização pessoal do administrador.
A Advocacia Custódio auxilia administradores e sócios-gestores na estruturação de práticas de governança que reduzem a exposição patrimonial pessoal diante de riscos do negócio.